Celebremos o fim das guerras,
Uma vacina revolucionária,
A enfim divisão das terras,
Nenhum homem em condição precária.
Celebremos o espírito augusto
Em evolução, a constante busca,
O justo sono do justo,
A ética que a injustiça ofusca.
Mas ao invés disso celebramos pungentemente
A ignorância nossa de cada dia.
A alienação é natural entorpecida a mente.
Celebrando o incelebrável feito,
A alma seca estia.
Torpe ato barbaramente perfeito.