O invólucro que dava coerência e unidade a esse eu fragmentário está se dissolvendo.
Vivo a grande morte.
Amigos, dizei-me, quem sou eu?
Me olho no espelho e vejo um estranho me encarando.
Toco minhas mãos, meu rosto, meu peito.
De quem será essas mãos, esse rosto, esse peito?
Tudo é silêncio e ecos
Emudeci