Em um reflexo translúcido
Vejo o céu de mim
Amplo, vejo-o lúcido,
Vejo-o em luzes sem fim.
Em doce horizonte
De ternas ondulações
Vejo a vital fonte,
Vejo um mar de constelações.
O beijo de suave brisa,
Convida para o infinito
E para a alma avisa
Ser dos deuses sinal.
Então me entrego convicto
Ao afago da melodia final.