Caminhar rumo ao desconhecido,
O horizonte à frente,
Os cabelos ao vento
E as saudades atrás.
A estrada que passa
E passa,
E passa,
O chão que corre
Inebriante,
O beijo do sentido
E seu abraço quente.
Não há linha de chegada,
Só um ponto de partida
Há muito distante.
A certeza de infinitos portos,
A certeza de incontáveis amanhãs.
É então celebrada a grande manhã,
É então cantada a melodia final
Em uma fogueira noturna
Feita de estrelas.