(com Álvaro Braga)
Talvez a mudança
Seja a coisa importante
E não a forma
Na qual se aprisiona
E não se encontra a chave
Ao sair.
É muito importante esse mergulho
No incontornável
Se tudo estiver moldado
A gente está fudido.
É na verdade um brinde ao novo
Uma ode ao novo
Ao que a gente deveria
De vez em quando buscar
E não envelhecer.